CRIME DO PADRE AMARO (O): TEXTO INTEGRAL
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TextoEditora: SAO PAULO ATICA 2002Edição: 15 edDescrição: 358P. 21CM. BROCHAssunto(s): Gênero/Forma: Recursos online: Sumário: Grande marco do Realismo em Portugal, publicado originalmente em 1875, esta é a obra mais polêmica de Eça de Queirós. O autor adota um ponto de vista desapaixonado para narrar a história da infeliz Amélia, seduzida pelo inescrupuloso Amaro, que entra para o convento graças à imposição de uma nobre beata. Sem vocação alguma, o padre aceita o seu destino passivamente, mostrando absoluto desinteresse pela profissão que abraça sem entusiasmo, e termina pecando contra a castidade, traindo os votos proferidos na sua ordenação. Amélia, educada em um ambiente fervorosamente católico, acostuma-se a viver em um meio hipócrita. Sua atração pelo padre, pura paixão carnal que a desorienta e destrói, nasce da falta de referências morais e do desconhecimento completo do que seja o amor. Os burgueses, os aristocratas, os políticos, os sacerdotes são os vários componentes de um sistema social decadente e perverso. Os seres humanos não são indivíduos propriamente, mas temperamentos dominados pelo instinto e pelo meio social, que lhes determinam o modo de agir. Com irreverência e sarcasmo, Eça de Queirós tenta resgatar os valores que uma sociedade em declínio havia perdido.
| Tipo de exemplar | Biblioteca atual | Biblioteca de Origem | Número de chamada | Situação | Código de barras | |
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Livros
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Biblioteca Nair Lacerda | Biblioteca Nair Lacerda | 869.36 Q32cr (Percorrer estante(Abre abaixo)) | Disponível | 422324 |
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PORTUGUES
5ª IMPRESSAO. PREFACIOS DA 2ª E 3ª VERSAO. NOTAS DE RODAPE. COTEJADO COM A EDICAO CRITICA BASEADA NAS VERSOES DE 1875, 1876 E 1880. PORTO, LELLO E IRMAO - EDITORES, 1964. INCLUI SUPLEMENTO DE LEITURA COM DADOS BIOBIBLIOGRAFICOS DO AUTOR POR ALVARO CARDOSO GOMES EM 24P. ILUS.
Grande marco do Realismo em Portugal, publicado originalmente em 1875, esta é a obra mais polêmica de Eça de Queirós. O autor adota um ponto de vista desapaixonado para narrar a história da infeliz Amélia, seduzida pelo inescrupuloso Amaro, que entra para o convento graças à imposição de uma nobre beata. Sem vocação alguma, o padre aceita o seu destino passivamente, mostrando absoluto desinteresse pela profissão que abraça sem entusiasmo, e termina pecando contra a castidade, traindo os votos proferidos na sua ordenação. Amélia, educada em um ambiente fervorosamente católico, acostuma-se a viver em um meio hipócrita. Sua atração pelo padre, pura paixão carnal que a desorienta e destrói, nasce da falta de referências morais e do desconhecimento completo do que seja o amor. Os burgueses, os aristocratas, os políticos, os sacerdotes são os vários componentes de um sistema social decadente e perverso. Os seres humanos não são indivíduos propriamente, mas temperamentos dominados pelo instinto e pelo meio social, que lhes determinam o modo de agir. Com irreverência e sarcasmo, Eça de Queirós tenta resgatar os valores que uma sociedade em declínio havia perdido.
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