CALE A BOCA, JORNALISTA!: O ODIO E A FURIA DOS MANDOES CONTRA A IMPRENSA BRASILEIRA
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TextPublisher: PETROPOLIS VOZES 1987Edition: 1 edDescription: 230P. ILUS. 23CM. BROCHSubject(s): Genre/Form: Online resources: Summary: Este livro do escritor Fernando Jorge é o primeiro que aparece sobre as violências e as arbitrariedades sofridas pelos jornalistas brasileiros, desde a época do Império até os dias atuais, com ênfase para o período do regime implantado em 1964. O autor destrói vários mitos e apresenta episódios importantes, omitidos pelos compêndios de História do Brasil. Prova documentadamente que José Bonifácio, "o patriarca da Independência", agia como um chefe de cangaceiros; que o marechal Deodoro da Fonseca, o proclamador da República, apoiou o empastelamento do jornal A Tribuna; que Washington Luís governou São Paulo como um feitor de escravos; e que o presidente Epitácio Pessoa achava que "coagir o pensamento nacional" era uma tarefa meritória. Outros fatos do livro Cale a boca, jornalista!, dignos de serem mencionados: as "torturas apocalípticas" durante o governo Médici; os suplícios bárbaros infligidos aos jornalistas Rodolfo Konder, Maurício Azedo, Vladimir Herzog, Miriam de Almeida Leitão Netto, Renato Oliveira da Mota, José Augusto Pires, Antônio Carlos Fon e Frederico Pessoa da Silva.
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Livros
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Biblioteca Nair Lacerda | Biblioteca Nair Lacerda | 079.8109 L781j (Browse shelf(Opens below)) | Available | 419992 |
PORTUGUES
BIBLIOGRAFIA. INDICE DE JORNAIS, REVISTAS, RADIOS E TVS. INDICE ONOMASTICO. NOTAS DE RODAPE.
Este livro do escritor Fernando Jorge é o primeiro que aparece sobre as violências e as arbitrariedades sofridas pelos jornalistas brasileiros, desde a época do Império até os dias atuais, com ênfase para o período do regime implantado em 1964. O autor destrói vários mitos e apresenta episódios importantes, omitidos pelos compêndios de História do Brasil. Prova documentadamente que José Bonifácio, "o patriarca da Independência", agia como um chefe de cangaceiros; que o marechal Deodoro da Fonseca, o proclamador da República, apoiou o empastelamento do jornal A Tribuna; que Washington Luís governou São Paulo como um feitor de escravos; e que o presidente Epitácio Pessoa achava que "coagir o pensamento nacional" era uma tarefa meritória. Outros fatos do livro Cale a boca, jornalista!, dignos de serem mencionados: as "torturas apocalípticas" durante o governo Médici; os suplícios bárbaros infligidos aos jornalistas Rodolfo Konder, Maurício Azedo, Vladimir Herzog, Miriam de Almeida Leitão Netto, Renato Oliveira da Mota, José Augusto Pires, Antônio Carlos Fon e Frederico Pessoa da Silva.
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