CARLOTA JOAQUINA: A RAINHA DEVASSA
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TextPublisher: SAO PAULO CIRCULO DO LIVRO S.DEdition: 1 edDescription: 328P. 21CM. ENCSubject(s): Genre/Form: Online resources: Summary: Carlota Joaquina – A rainha devassa, de João Felício dos Santos, que retrata de forma literária os anos em que a Família Real permaneceu no Brasil. Centrado na figura da esposa de D. João VI, a obra revela, através de uma linguagem saborosa, todas as particularidades de uma das mais controversas personagens da história nacional. Carlota era dotada de profunda personalidade: inteligente e culta, corajosa e sagaz, conhecedora de diversas línguas e influente nas decisões de D. João. Por outro lado, era uma mulher terrivelmente infiel (tendo aventuras tanto com homens da nobreza quanto com criados), injusta, inescrupulosa, feia e pouquíssimo asseada. De 1908 a 1821, João Felício narra o curioso dia-a-dia, coberto de intrigas e traições, mas também diversão e alguma política, da idiossincrática rotina brasileira da rainha que, ao voltar a Portugal, para não contaminar o solo da metrópole com a poeira daquela colônia, atirou suas sandálias ao mar.
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Livros
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Biblioteca Nair Lacerda | Biblioteca Nair Lacerda | F SA59c (Browse shelf(Opens below)) | Available | 348099 |
PORTUGUES
Carlota Joaquina – A rainha devassa, de João Felício dos Santos, que retrata de forma literária os anos em que a Família Real permaneceu no Brasil. Centrado na figura da esposa de D. João VI, a obra revela, através de uma linguagem saborosa, todas as particularidades de uma das mais controversas personagens da história nacional. Carlota era dotada de profunda personalidade: inteligente e culta, corajosa e sagaz, conhecedora de diversas línguas e influente nas decisões de D. João. Por outro lado, era uma mulher terrivelmente infiel (tendo aventuras tanto com homens da nobreza quanto com criados), injusta, inescrupulosa, feia e pouquíssimo asseada. De 1908 a 1821, João Felício narra o curioso dia-a-dia, coberto de intrigas e traições, mas também diversão e alguma política, da idiossincrática rotina brasileira da rainha que, ao voltar a Portugal, para não contaminar o solo da metrópole com a poeira daquela colônia, atirou suas sandálias ao mar.
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