Image from Google Jackets

COM OS PES ATADOS OU UMA VISITA DA SOCIEDADE DE EMANCIPACAO DO PE: ROMANCE

By: Contributor(s): Material type: TextPublisher: RIO DE JANEIRO OBJETIVA 2001Edition: 1 edDescription: 302P. 21CM. BROCHOther title:
  • VISITA DA SOCIEDADE DE EMANCIPACAO DO PE (UMA)
Subject(s): Genre/Form: Online resources: Summary: A China legou ao mundo a imagem da mulher oriental de andar contido e pés diminutos. Na verdade, a figura feminina delicada e frágil escondia um ritual de mutilação - atualmente proibido pelo governo comunista - ao qual as mulheres das famílias aristocráticas eram submetidas, na infância: conduzidas a uma cadeira especialmente construída para a cerimônia, tinham seus pés esmagados e confinados, para sempre, em apertadas ataduras, que os aleijavam. Além da limitação no andar, as chinesas carregavam, para o resto de suas vidas, a dor aguda produzida pelas articulações comprimidas e trituradas. O ritual objetivava preparar a menina para o jogo de sedução com os futuros candidatos a maridos. Quanto menor os pés, mais encantos haveria na rotina conjugal. E aos novos contornos forjados pela deformidade dos dedos eram atribuídos valores (o formato flor de lótus era o grau máximo) que garantiriam maior ou menor prazer sexual aos maridos.Esse ritual é o mote do livro “Com os pés atados”, de Kathryn Harrison. Na China do século 19, May é uma representante dessa casta de mulheres que têm os seus pés quebrados e atados com a promessa de beleza e sedução. Conduzida a um casamento com um homem que, além de sádico, mantinha outras quatro esposas em casa, May frustra-se e foge para Xangai, onde passa a viver como cortesã e encontra uma vida de liberdade que até então desconhecia. Mas é ao casar com um imigrante que May mergulha na cultura ocidental.
Star ratings
    Average rating: 0.0 (0 votes)

PORTUGUES

A China legou ao mundo a imagem da mulher oriental de andar contido e pés diminutos. Na verdade, a figura feminina delicada e frágil escondia um ritual de mutilação - atualmente proibido pelo governo comunista - ao qual as mulheres das famílias aristocráticas eram submetidas, na infância: conduzidas a uma cadeira especialmente construída para a cerimônia, tinham seus pés esmagados e confinados, para sempre, em apertadas ataduras, que os aleijavam. Além da limitação no andar, as chinesas carregavam, para o resto de suas vidas, a dor aguda produzida pelas articulações comprimidas e trituradas. O ritual objetivava preparar a menina para o jogo de sedução com os futuros candidatos a maridos. Quanto menor os pés, mais encantos haveria na rotina conjugal. E aos novos contornos forjados pela deformidade dos dedos eram atribuídos valores (o formato flor de lótus era o grau máximo) que garantiriam maior ou menor prazer sexual aos maridos.Esse ritual é o mote do livro “Com os pés atados”, de Kathryn Harrison. Na China do século 19, May é uma representante dessa casta de mulheres que têm os seus pés quebrados e atados com a promessa de beleza e sedução. Conduzida a um casamento com um homem que, além de sádico, mantinha outras quatro esposas em casa, May frustra-se e foge para Xangai, onde passa a viver como cortesã e encontra uma vida de liberdade que até então desconhecia. Mas é ao casar com um imigrante que May mergulha na cultura ocidental.

There are no comments on this title.

to post a comment.