UNIVERSOS PARALELOS
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TextPublisher: SAO PAULO CASA DO NOVO AUTOR 2002Edition: 1 edDescription: 45P. 21CM. BROCHSubject(s): Genre/Form: Online resources: Summary: “Universos Paralelos” - reflexões em poesias, traz em versos escritos desde a década de 90 até o ano de 2021, as histórias de vida, os amores, conflitos e reflexões do autor sobre tudo o que vê, sente e prova, em relação à sociedade e a espiritualidade. A primeira parte do livro, escrita quando o autor tinha entre 20 e 30 anos, traz poesias publicadas no formato impresso, em um livro lançado em 2001. Nesta primeira parte, o autor busca contar suas histórias através de uma relação entre as métricas e estilos de composição, por vezes em sonetos (como em 07 de Junho e Falsidades de Uma Flor) e outras que parecem feitas para a liturgia religiosa (como em Ato Penitencial e Missal). Na segunda parte, as poesias foram escritas em um formato livre, sem se preocupar com o estilo, porém trazendo uma crítica mais ácida às questões de relacionamentos interpessoais, a sociedade e ao amor. Reflete o período de desconstrução e construção do autor, com uma consciência mais social, cotidiana e mais próxima da realidade.
| Item type | Current library | Home library | Call number | Status | Barcode | |
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Livros
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Biblioteca Nair Lacerda | Biblioteca Nair Lacerda | 869.916 M282u (Browse shelf(Opens below)) | Available | 358321 |
PORTUGUES
“Universos Paralelos” - reflexões em poesias, traz em versos escritos desde a década de 90 até o ano de 2021, as histórias de vida, os amores, conflitos e reflexões do autor sobre tudo o que vê, sente e prova, em relação à sociedade e a espiritualidade. A primeira parte do livro, escrita quando o autor tinha entre 20 e 30 anos, traz poesias publicadas no formato impresso, em um livro lançado em 2001. Nesta primeira parte, o autor busca contar suas histórias através de uma relação entre as métricas e estilos de composição, por vezes em sonetos (como em 07 de Junho e Falsidades de Uma Flor) e outras que parecem feitas para a liturgia religiosa (como em Ato Penitencial e Missal). Na segunda parte, as poesias foram escritas em um formato livre, sem se preocupar com o estilo, porém trazendo uma crítica mais ácida às questões de relacionamentos interpessoais, a sociedade e ao amor. Reflete o período de desconstrução e construção do autor, com uma consciência mais social, cotidiana e mais próxima da realidade.
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