01975nam a2200277 i 4500001003000000003001100030005001700041008004100058040003100099245006200130246004000192100004500232700003800277700003800315250001100353264002700364300002900391546001400420500016800434520090800602650002601510650001101536650003101547655001001578856010901588santoandre-con_detalhe-119605SANTOANDRE20260717011419.0260717s2010 bl ||||| |||| 00| 0 por d aSANTOANDREbporerdadKoha10aMARILIA DE DIRCEU & CARTAS CHILENAS: TRECHOS SELECIONADOS3 aCARTAS CHILENAS ; MARILIA DE DIRCEU1 aGONZAGA, TOMAS ANTONIO, 1744-1809eAutor1 aMACHADO, DUDA, 1944eSelecionador1 aMACHADO, DUDA, 1944eApresentacao a10 ed. 1aSAO PAULObATICAc2010 a183P. ILUS. 22CM. BROCH. aPORTUGUES a2ª IMPRESSAO. APRESENTACAO, SELECAO, ORGANIZACAO E COMENTARIOS DE DUDA MACHADO. INCLUI INDICACOES DE LEITURA, RESUMO BIOGRAFICO E OBRAS DO AUTOR. NOTAS DE RODAPE. a“Marília de Dirceu” é a mais emblemática obra do poeta português Tomás Antônio Gonzaga. O extenso poema, considerado autobiográfico, traz o relato de amor de Dirceu por Marília. Integrante do Arcadismo, a produção já apresenta características do Romantismo. “Cartas chilenas”. O cenário é Vila Rica, Minas Gerais, 1798, alguns anos antes da Inconfidência Mineira. Uma série de poemas satíricos começa a circular pela cidade, no formato de cartas trocadas entre dois amigos: Citrilo, habitante de Santiago do Chile, e o amigo Doroteu, residente na Espanha. As cartas revelam críticas ferozes contra a forma de governo corrupta de Fanfarrão Minésio. Tomás Antonio Gonzaga faz uso de sua forma mais satírica e debochada de redação para pôr em cheque a mediocridade administrativa do, na época, Governador de Minas Gerais, Luis da Cunha Meneses. 4aLITERATURA BRASILEIRA 4aPOESIA 4aPERIODO DE DESENVOLVIMENTO 4aLIVRO40uhttps://www.santoandre.sp.gov.br/pesquisa/con_detalhe.asp?ID=119605&vHistoryNovo=simyRegistro de origem