TY - BOOK AU - VICENTE,GIL,1470?-1536? AU - KUPSTAS,MARCIA,1957 AU - PENA,LUIZ CARLOS MARTINS,1815-1848 AU - AZEVEDO,ALEXANDRE,1965- AU - ANTON,RAFAEL TI - TRES CASAMENTOS PY - 2013/// CY - SAO PAULO PB - ATUAL KW - LITERATURA INFANTOJUVENIL KW - LITERATURA JUVENIL KW - TEATRO KW - LIVRO N1 - 1ª TIRAGEM. CONTEUDO: FARSA DE INES PEREIRA / GIL VICENTE ; QUEM CASA, QUER CASA / MARTINS PENA ; ATE QUE A VIDA NOS SEPARE / ALEXANDRE AZEVEDO N2 - Em Três casamentos, diferentes casamentos são apresentados de forma irônica e bem-humorada. Em cena, figuras como a sogra palpiteira e mandona, noivas reclamonas que querem mudar de vida com o matrimônio, noivos que não querem saber de trabalho, maridos, esposas, ex-maridos, ex-esposas... “Mais vale um asno que me carregue do que um cavalo que me derrube”; “Quem casa, quer casa longe de casa”; “Se casamento fosse bom não precisava de testemunhas” – esses são os provérbios que servem de ponto de partida para as três peças teatrais da obra. A Farsa de Inês Pereira, escrita por Gil Vicente, se passa em Portugal em 1523 e traz a história da jovem Inês Pereira, cansada da vida de solteira e de ser “refém de agulha e de linha”. Rejeita um pretendente rico, mas simplório, para se casar com outro, “boa prosa e divertido”, que se revela ser um péssimo marido. Quem casa, quer casa, escrita por Martins Pena, no Brasil, século XIX, mostra como a vida de uma família se transforma numa grande confusão quando os filhos se casam, mas continuam a viver com os pais por não terem como se sustentar. Até que a vida nos separe, peça contemporânea de Alexandre Azevedo, foi escrita em 16 esquetes, apresenta situações variadas sobre os problemas da vida a dois e da separação UR - https://www.santoandre.sp.gov.br/pesquisa/con_detalhe.asp?ID=129875&vHistoryNovo=sim ER -