<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<mods xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xmlns="http://www.loc.gov/mods/v3" version="3.1" xsi:schemaLocation="http://www.loc.gov/mods/v3 http://www.loc.gov/standards/mods/v3/mods-3-1.xsd">
  <titleInfo>
    <title>QUE RESTA, O: ARTE E CRITICA DE ARTE</title>
  </titleInfo>
  <name type="personal">
    <namePart>MAMMI, LORENZO, 1957</namePart>
    <role>
      <roleTerm authority="marcrelator" type="text">creator</roleTerm>
    </role>
    <role>
      <roleTerm type="text">Autor</roleTerm>
    </role>
  </name>
  <typeOfResource>text</typeOfResource>
  <genre authority="">LIVRO</genre>
  <originInfo>
    <place>
      <placeTerm type="code" authority="marccountry">bl</placeTerm>
    </place>
    <dateIssued encoding="marc">2012</dateIssued>
    <edition>1 ed.</edition>
    <issuance>monographic</issuance>
  </originInfo>
  <language>
    <languageTerm authority="iso639-2b" type="code">por</languageTerm>
  </language>
  <physicalDescription>
    <form authority="marcform">print</form>
    <extent>380P. 25CM. BROCH.</extent>
  </physicalDescription>
  <abstract>Esta coletânea reúne parte expressiva da produção ensaística de Lorenzo Mammì. Um dos nomes mais importantes da crítica cultural brasileira, Mammì traz a público pela primeira vez uma amostra representativa de sua produção, forjada ao longo dos últimos trinta anos. Salvo duas exceções, um sobre Fred Astaire, outro sobre boxe, os ensaios centram foco nas artes visuais. Os seis primeiros, mais abrangentes, apresentam as linhas de força de seu pensamento, tais como a questão da autonomia da obra de arte. No restante do livro, os conceitos teóricos mais amplos são postos à prova em poéticas individuais — de Nuno Ramos, Paulo Pasta e José Resende até a obra do crítico italiano Giulio Carlo Argan, fonte central na formação de Mammì. “Isto, Aquilo e o Valor Disso”, um dos ensaios de abertura do livro, exemplifica o alcance da reflexão de Mammì. A comparação entre dois trabalhos, um de Jasper Johns, outro de Kenneth Noland, leva-o a discutir como obras tão semelhantes podem ser situadas em categorias opostas: a primeira, moderna; a segunda, contemporânea.</abstract>
  <note>INDICE ONOMASTICO.</note>
  <note>PORTUGUES</note>
  <subject>
    <topic>ARTE BRASILEIRA</topic>
  </subject>
  <subject>
    <topic>CRITICA DE ARTE</topic>
  </subject>
  <subject>
    <topic>ARTE MODERNA</topic>
  </subject>
  <subject>
    <topic>ARTISTAS BRASILEIROS</topic>
  </subject>
  <identifier type="uri">https://www.santoandre.sp.gov.br/pesquisa/con_detalhe.asp?ID=132392&amp;vHistoryNovo=sim</identifier>
  <location>
    <url displayLabel="Registro de origem">https://www.santoandre.sp.gov.br/pesquisa/con_detalhe.asp?ID=132392&amp;vHistoryNovo=sim</url>
  </location>
  <recordInfo>
    <recordContentSource authority="marcorg">SANTOANDRE</recordContentSource>
    <recordCreationDate encoding="marc">260717</recordCreationDate>
    <recordChangeDate encoding="iso8601">20260717061556.0</recordChangeDate>
    <recordIdentifier source="SANTOANDRE">santoandre-con_detalhe-132392</recordIdentifier>
    <languageOfCataloging>
      <languageTerm authority="iso639-2b" type="code">por</languageTerm>
    </languageOfCataloging>
  </recordInfo>
</mods>
