Há uma linha que separa o real do fantástico. Eu andei sobre ela, equilibrando-me, tentando separar o que era lembrança e o que era imaginação, o que era fato o que era ficção. A linha se tornou ainda mais tênue...ao ponto de eu não saber se finalmente, eu havia cruzado. A única coisa que eu sabia era que aquilo era real. Ilusão ou não, aquela era a verdade. Ao menos a minha verdade.
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