Personagens de diferentes países e interesses vivem no interior do incêndio social. Jovens de pontos variados da terra, colocam de lado os preconceitos e jogam a imaginação na linha de frente. 68 (MEIA OITO) explora o desencanto de intelectuais com o capitalismo e as disputas políticas entre democratas, fascistas e esquerdistas de vários matizes. Mas fala também de inquietações culturais, de pequenas conspirações e de solidariedade. No livro, esses dois autores de diferentes épocas constroem um diálogo entre a geração que participou diretamente do Maio de 68 e a atual. Será que alguma parte de 1968 ainda respira, atua e vive em 2008?
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