Quando o executivo brasileiro Carlos Ghosn assumiu a direção da Nissan, ninguém poderia imaginar que em apenas um ano ele se tornaria presidente da multinacional. Três anos mais tarde, alcançou o fabuloso índice de 33% de aumento nas vendas, colocando a empresa, até então deficitária, entre as mais rentáveis do mundo. Como isso foi possível? Ou, como uma economia considerada tão impenetrável quanto a japonesa se abriu para métodos de administração ocidentais e, principalmente, como um estrangeiro conseguiu se integrar de tal forma em um país de cultura tão singular? Além de descrever minuciosamente o processo de renascimento da Nissan, “Cidadão do mundo”, retrata a vida de um executivo que se dedica totalmente ao mundo dos negócios.
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