ATO E O FATO (O): O SOM E A FURIA DO QUE SE VIU NO GOLPE DE 1964
- 1 ed.
- 221P. 23CM. BROCH.
Mais do que um documento da nossa história, encontramos nestas páginas o primeiro registro de um brasileiro que teve a coragem e sensibilidade de perceber o que de fato acontecia, quando da instalação de um Regime de Exceção que se prolongou no país por mais de vinte anos (1964-1985). As crônicas, publicadas no jornal Correio da Manhã, por Carlos Heitor Cony, a partir do dia 2 de abril de 1964, propagam um sonoro NÃO à arbitrariedade e à violência vigentes. Figura de resistência, Cony, sem dúvid