<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<mods xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xmlns="http://www.loc.gov/mods/v3" version="3.1" xsi:schemaLocation="http://www.loc.gov/mods/v3 http://www.loc.gov/standards/mods/v3/mods-3-1.xsd">
  <titleInfo>
    <title>CONFESSO QUE PERDI: MEMORIAS</title>
  </titleInfo>
  <name type="personal">
    <namePart>KFOURI, JUCA, 1950</namePart>
    <role>
      <roleTerm authority="marcrelator" type="text">creator</roleTerm>
    </role>
    <role>
      <roleTerm type="text">Autor</roleTerm>
    </role>
  </name>
  <typeOfResource>text</typeOfResource>
  <genre authority="">LIVRO</genre>
  <originInfo>
    <place>
      <placeTerm type="code" authority="marccountry">bl</placeTerm>
    </place>
    <dateIssued encoding="marc">2017</dateIssued>
    <edition>1 ed.</edition>
    <issuance>monographic</issuance>
  </originInfo>
  <language>
    <languageTerm authority="iso639-2b" type="code">por</languageTerm>
  </language>
  <physicalDescription>
    <form authority="marcform">print</form>
    <extent>247P. ILUS. 21CM.</extent>
  </physicalDescription>
  <abstract>Em quase cinquenta anos de atuação como jornalista, Juca Kfouri acompanhou de perto, como observador ou participante (e muitas vezes as duas coisas), experiências fundamentais do mundo da política, da cultura e do esporte. O saldo é uma inescapável sensação de derrota, compartilhada nas memórias que o autor registra em Confesso que perdi. Juca cobriu todas as Copas do Mundo desde 1982, e já havia participado indiretamente da cobertura das Copas de 1970, 1974 e 1978. À frente da revista Placar, foi responsável por desvendar e denunciar a chamada “máfia da loteria esportiva”, e por memoráveis capas como a que trazia seu amigo Sócrates posando como “O pensador”, de Rodin. Na Playboy, revista que também dirigiu, Juca publicou entrevistas e reportagens notáveis, como a que revelou a identidade do desenhista Carlos Zéfiro, um segredo que durava mais de trinta anos: tratava-se do funcionário público Alcides Caminha, parceiro de Nelson Cavaquinho e Guilherme de Brito. Tendo se oposto à construção do Itaquerão, o corintiano Juca estava no meio da torcida na fatídica noite de 1977, quando o time quebrou o jejum de mais de vinte anos sem títulos. “Não sei como, fui parar no gramado do Morumbi, com uma bandeira na mão, bandeira que não levara ao estádio e não me recordo de ter comprado”, lembra, sem lembrar. É com a sinceridade de quem sabe que a memória é traidora que o autor nos oferece essas deliciosas confissões de derrota.</abstract>
  <note>PORTUGUES</note>
  <subject>
    <topic>BRASIL</topic>
  </subject>
  <subject>
    <topic>HISTORIA</topic>
  </subject>
  <subject>
    <topic>MEMORIAS</topic>
  </subject>
  <subject>
    <topic>FUTEBOL</topic>
  </subject>
  <subject>
    <topic>FUTEBOL BRASILEIRO</topic>
  </subject>
  <subject>
    <topic>KFOURI, JUCA, 1950</topic>
  </subject>
  <identifier type="uri">https://www.santoandre.sp.gov.br/pesquisa/con_detalhe.asp?ID=152025&amp;vHistoryNovo=sim</identifier>
  <location>
    <url displayLabel="Registro de origem">https://www.santoandre.sp.gov.br/pesquisa/con_detalhe.asp?ID=152025&amp;vHistoryNovo=sim</url>
  </location>
  <recordInfo>
    <recordContentSource authority="marcorg">SANTOANDRE</recordContentSource>
    <recordCreationDate encoding="marc">260717</recordCreationDate>
    <recordChangeDate encoding="iso8601">20260717124643.0</recordChangeDate>
    <recordIdentifier source="SANTOANDRE">santoandre-con_detalhe-152025</recordIdentifier>
    <languageOfCataloging>
      <languageTerm authority="iso639-2b" type="code">por</languageTerm>
    </languageOfCataloging>
  </recordInfo>
</mods>
