Sentado à mesa de um bar na Avenida Paulista, Erasmino vê um caboclo pular do Masp em direção ao Parque Trianon. É com essa cena insólita que o protagonista de Tambores de Angola, quatro anos mais tarde, vê-se de volta ao ponto de partida de sua história. Preconceito, medo, discriminação. É assim que Erasmino se vê levado a uma tenda de umbanda, após ter seu quadro agravado, imune ao socorro da psiquiatria.