TY - BOOK AU - AMADO,JORGE,1912-2001 AU - RODRIGUES,GLAUCO TI - MORTE E A MORTE DE QUINCAS BERRO D`AGUA (A) PY - 1972/// CY - SAO PAULO PB - MARTINS KW - LITERATURA BRASILEIRA KW - FICCAO KW - SECULO XX KW - LIVRO N1 - PUBLICADO COM A OBRA DO MESMO AUTOR: "OS VELHOS MARINHEIROS: DUAS HISTORIAS DO CAIS DA BAHIA" N2 - "Saí da leitura dessa extraordinária novela [...] com a mesma sensação que tive, e que nunca mais se repetiu, ao ler os grandes romances e novelas dos mestres russos do século XIX", declarou Vinicius de Moraes. Escrita em 1959, esta pequena obra-prima de concisão narrativa e poética é tida por muitos como uma das mais extraordinárias novelas da nossa língua. Numa prosa inebriante, que tangencia o fantástico sem perder o olhar aguçado para as particularidades da sociedade baiana, Jorge Amado narra a história das várias mortes de Joaquim Soares da Cunha, vulgo Quincas Berro Dágua, cidadão exemplar que a certa altura da vida decide abandonar a família e a reputação ilibada para juntar-se à malandragem da cidade. Algum tempo depois, Quincas é encontrado sem vida em seu quarto imundo. Sua envergonhada família tenta restituir-lhe a compostura, vesti-lo e enterrá-lo com decência; mas, no velório, os amigos de copo e farra dão-lhe cachaça, despem-no dos trajes formais e fazem-no voltar a ser o bom e velho Quincas Berro Dágua. Levado ao Pelourinho, o finado Quincas joga capoeira, abraça meretrizes, canta, ri e segue a farra em direção à sua segunda e agora apoteótica morte UR - https://www.santoandre.sp.gov.br/pesquisa/con_detalhe.asp?ID=20517&vHistoryNovo=sim ER -