01977nam a2200301 i 4500001002900000003001100029005001700040008004100057040003100098099002200129245002200151100003200173700003300205700003100238250001000269264003600279300002300315546001400338500010100352520102400453650001901477650002201496650001501518655001001533856010801543942000701651999001701658santoandre-con_detalhe-26013SANTOANDRE20260715082743.0260715s1979 bl ||||| |||| 00| 0 por d aSANTOANDREbporerdadKoha acon_detalhe:2601310aELOGIO DA LOUCURA1 aROTTERDAM, ERASMO DEeAutor1 aOLIVEIRA, PAULO M.eTradutor1 aANDRADE, LUIS DEeTradutor a2 ed. 1aSAO PAULObABRIL CULTURALc1979 a314P. 24CM. BROCH. aPORTUGUES aBIOBIBLIOGRAFIA. BIBLIOGRAFIA. NOTAS DE RODAPE. PUBLICADO COM A OBRA: "A UTOPIA" DE TOMAS MORUS. aA Loucura sempre foi vista apenas como uma doença ou como uma característica negativa e indesejada, aqui ela é per­sonificada na forma mais encantadora. E, já que ninguém mais lhe dá crédito por tudo o que faz pela humanidade, ela tece elogios a si mesma. O que seria da raça dos homens se a insanidade não os impulsionasse na direção do casamento? Seria suportável a vida, com suas desilusões e desventuras, se a Loucura não suprisse as pessoas de um ímpeto vital irracional e incoerente? Não é mérito da Loucura haver no mundo laços de amizade que nos liguem a seres perfeitamente imperfeitos e defeituosos? Nas entrelinhas de “Elogio da Loucura”, o humanista Erasmo critica todos os racionalistas e escolásticos ortodoxos que punham o homem ao serviço da razão (e não o contrário) e estende um véu de compaixão por sobre a natureza humana. Pois a Loucura está por toda parte, e todos se identificarão com algum dos tipos de loucos contemplados pelo autor. 4aSATIRA E HUMOR 4aLITERATURA LATINA 4aINSENSATEZ 4aLIVRO40uhttps://www.santoandre.sp.gov.br/pesquisa/con_detalhe.asp?ID=26013&vHistoryNovo=simyRegistro de origem cBK c19920d19920