Uma história delicada, com vários ângulos e poucas certezas. Uma metáfora sensível sobre o tempo que passa, o tempo que falta e o tempo que nos resta. Com uma linguagem extremamente lírica, o autor expõe, em “A menina da varanda” a solidão da velhice e uma forma pouco mostrada de abandono: a dos pais, após anos de dedicação aos filhos.
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