TRAD. DO FRANCES DE MARIA EMILIA MORAES DE ARAUJO. NOTAS DE RODAPE
O livro Em nome da raça ,de Marc Hillel, lançado em 1975, é o fruto de mais de uma década de pesquisas sobre o assunto. A princípio, acreditava-se que os Lebensorn eram maternidades para mães solteiras (que perderam os maridos na guerra), ou ainda bordéis das tropas de choque do nazismo, as sinistras SS. Porém, estes locais eram muito mais do que maternidades ou bordéis. Submetidos ao RuSHA (Departamento de Raça e Povoamento, criado em 1931), eles eram a parte mais importante do projeto de seleção racial Nazista e a parte principal de apoio às medidas de aumento de natalidade. Devido à queda desta após a I Grande Guerra, ocasionada pela mortandande entre os homens, em 1938 havia 5 mulheres para cada homem na Alemanha. Algumas medidas, porém, eram aplicáveis somente aos “racialmente aptos” para povoar o país... Fonte: http://historianovest.blogspot.com/2010/06/lebensborn.html
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