01994nam a2200277 i 4500001002900000003001100029005001700040008004100057040003100098099002200129245003300151100005200184250001000236264003700246300002000283546001400303500008300317520112100400650002601521650001101547650001401558655001201572856010801584942000701692999001701699santoandre-con_detalhe-74417SANTOANDRE20260716030222.0260716s bl ||||| |||| 00| 0 por d aSANTOANDREbporerdadKoha acon_detalhe:7441710aHOMEM QUE CALCULAVA (O): V.11 aSOUZA, JULIO CESAR DE MELLO E, 1895-1974eAutor a1 ed. 1aSAO PAULObIMPRENSA BRAILLEcS/D aV.1. 30CM. ENC. aPORTUGUES aTRANSCRICAO DA 22ª EDICAO EM TINTA DE 1965, AUTORIZADA PELA EDITORA CONQUISTA aEnvolvendo matemática de forma leve cativante, O homem que calculava que vem sendo consumido com rara avidez há gerações. A matemática recreativa apresentada em O homem que calculava é, certamente, menos dolorosa que a fria e doutoral ensinada nos colégios. Malba Tahan (pseudônimo do professor Júlio César de Mello e Souza) conseguiu realizar quase que um milagre, uma mágica: unir ciência e ficção e acertar. Seu talento e sua prodigiosa imaginação são capazes de criar personagens e situações de grande apelo popular, o que explica seu imenso sucesso. O homem que calculava é uma oportunidade para os aficionados dos algarismos e jogos matemáticos se deliciarem com os vários capítulos lúdicos da obra. Tahan narra a história de Bereniz Samir, um viajante com o dom intuitivo da matemática, manejando os números com a facilidade de um ilusionista. Problemas aparentemente sem solução tornam-se de uma transparente simplicidade quando expostos a ele. Gráficos facilitam ainda mais a leitura do livro. Uma pequena obra-prima da literatura infanto-juvenil. 4aLITERATURA BRASILEIRA 4aFICCAO 4aSECULO XX 4aBRAILLE40uhttps://www.santoandre.sp.gov.br/pesquisa/con_detalhe.asp?ID=74417&vHistoryNovo=simyRegistro de origem cBK c59604d59604