01798nam a2200241 i 4500001002900000003001100029005001700040008004100057040003100098245002200129100004200151250001000193264003300203300002700236546001400263500008100277520102400358650001901382650002201401650001501423655001001438856010801448santoandre-con_detalhe-76146SANTOANDRE20260716043457.0260716s1982 bl ||||| |||| 00| 0 por d aSANTOANDREbporerdadKoha10aELOGIO DA LOUCURA1 aERASMUS, DESIDERIUS, 1466-1536eAutor a1 ed. 1aSAO PAULObNOVO BRASILc1982 a257P. ILUS. 22CM. ENC. aPORTUGUES aDADOS SOBRE O AUTOR. ENCADERNADO COM: SCHOPENHAUER, ARTUR. O LIVRE ARBITRIO. aA Loucura sempre foi vista apenas como uma doença ou como uma característica negativa e indesejada, aqui ela é per­sonificada na forma mais encantadora. E, já que ninguém mais lhe dá crédito por tudo o que faz pela humanidade, ela tece elogios a si mesma. O que seria da raça dos homens se a insanidade não os impulsionasse na direção do casamento? Seria suportável a vida, com suas desilusões e desventuras, se a Loucura não suprisse as pessoas de um ímpeto vital irracional e incoerente? Não é mérito da Loucura haver no mundo laços de amizade que nos liguem a seres perfeitamente imperfeitos e defeituosos? Nas entrelinhas de “Elogio da Loucura”, o humanista Erasmo critica todos os racionalistas e escolásticos ortodoxos que punham o homem ao serviço da razão (e não o contrário) e estende um véu de compaixão por sobre a natureza humana. Pois a Loucura está por toda parte, e todos se identificarão com algum dos tipos de loucos contemplados pelo autor. 4aSATIRA E HUMOR 4aLITERATURA LATINA 4aINSENSATEZ 4aLIVRO40uhttps://www.santoandre.sp.gov.br/pesquisa/con_detalhe.asp?ID=76146&vHistoryNovo=simyRegistro de origem