01877nam a2200277 i 4500001002900000003001100029005001700040008004100057040003100098099002200129245002200151100004200173250001000215264003600225300002100261546001400282500008100296520102400377650001901401650002201420650001501442655001001457856010801467942000701575999001701582santoandre-con_detalhe-81818SANTOANDRE20260716080244.0260716s bl ||||| |||| 00| 0 por d aSANTOANDREbporerdadKoha acon_detalhe:8181810aELOGIO DA LOUCURA1 aERASMUS, DESIDERIUS, 1466-1536eAutor a1 ed. 1aSAO PAULObNOVO HORIZONTEcS.D. a257P. 21CM. ENC. aPORTUGUES aDADOS SOBRE O AUTOR. ENCADERNADO COM: SCHOPENHAUER, ARTUR. O LIVRE ARBITRIO. aA Loucura sempre foi vista apenas como uma doença ou como uma característica negativa e indesejada, aqui ela é per­sonificada na forma mais encantadora. E, já que ninguém mais lhe dá crédito por tudo o que faz pela humanidade, ela tece elogios a si mesma. O que seria da raça dos homens se a insanidade não os impulsionasse na direção do casamento? Seria suportável a vida, com suas desilusões e desventuras, se a Loucura não suprisse as pessoas de um ímpeto vital irracional e incoerente? Não é mérito da Loucura haver no mundo laços de amizade que nos liguem a seres perfeitamente imperfeitos e defeituosos? Nas entrelinhas de “Elogio da Loucura”, o humanista Erasmo critica todos os racionalistas e escolásticos ortodoxos que punham o homem ao serviço da razão (e não o contrário) e estende um véu de compaixão por sobre a natureza humana. Pois a Loucura está por toda parte, e todos se identificarão com algum dos tipos de loucos contemplados pelo autor. 4aSATIRA E HUMOR 4aLITERATURA LATINA 4aINSENSATEZ 4aLIVRO40uhttps://www.santoandre.sp.gov.br/pesquisa/con_detalhe.asp?ID=81818&vHistoryNovo=simyRegistro de origem cBK c66540d66540