02098nam a2200277 i 4500001002900000003001100029005001700040008004100057040003100098245002300129100004500152700003700197250001000234264003800244300002200282546001400304500002300318520128400341650001501625650001101640650001201651650001401663650002501677655001001702856010801712santoandre-con_detalhe-82027SANTOANDRE20260716084045.0260716s1989 bl ||||| |||| 00| 0 por d aSANTOANDREbporerdadKoha10aAMANHA E OUTRO DIA1 aSIMMEL, JOHANNES MARIO, 1924-2009eAutor1 aRIZZO, ERIKA F. ENGERTeTradutor a4 ed. 1aSAO PAULObCIRCULO DO LIVROc1989 a306P. 22CM. CART. aPORTUGUES aO AUTOR E SUA OBRA aViena, março de 1945, últimos meses da Segunda Guerra Mundial. Três mulheres, três homens e uma menininha se veem presos em um abrigo subterrâneo. Lá fora, um bombardeio destrói tudo ao redor e os deixa isolados pelos escombros. O grupo não poderia ser mais heterogêneo: uma grávida e sua filha pequena, uma senhora idosa muito religiosa, uma jovem artista, um padre alcoólatra que perdeu a fé em Deus, um jovem soldado e um químico. O que os une é o sonho de liberdade. Mas como chegar a um consenso sobre o que fazer para sair dessa situação, uma vez que cada um deles tem uma opinião diversa sobre que atitude tomar? Esperar, mesmo tendo uma grávida no grupo? Explodir a parede, mesmo com o risco de morrerem na explosão? Cavar incansavelmente? O que seria menos arriscado? Nesse confinamento forçado, os sentimentos são levados ao limite. Em “Amanhã é outro dia” (1948), o escritor austríaco J.M. Simmel (1924-2009) criou um microcosmo da sociedade exaurida pelo combate. Amor e ódio, bondade e violência, confiança e medo, simplicidade e fanatismo: esses e outros sentimentos se digladiam nos preciosos minutos em que o grupo luta para sobreviver – sentimentos de um continente extenuado pela insanidade da guerra. 4aLITERATURA 4aFICCAO 4aAUSTRIA 4aSECULO XX 4aLITERATURA AUSTRIACA 4aLIVRO40uhttps://www.santoandre.sp.gov.br/pesquisa/con_detalhe.asp?ID=82027&vHistoryNovo=simyRegistro de origem