<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<mods xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xmlns="http://www.loc.gov/mods/v3" version="3.1" xsi:schemaLocation="http://www.loc.gov/mods/v3 http://www.loc.gov/standards/mods/v3/mods-3-1.xsd">
  <titleInfo>
    <title>DISCIPLINA DO AMOR (A)</title>
  </titleInfo>
  <name type="personal">
    <namePart>TELLES, LYGIA FAGUNDES, 1923-2022</namePart>
    <role>
      <roleTerm authority="marcrelator" type="text">creator</roleTerm>
    </role>
    <role>
      <roleTerm type="text">Autor</roleTerm>
    </role>
  </name>
  <typeOfResource>text</typeOfResource>
  <genre authority="">LIVRO</genre>
  <originInfo>
    <place>
      <placeTerm type="code" authority="marccountry">bl</placeTerm>
    </place>
    <dateIssued encoding="marc">1987</dateIssued>
    <edition>1 ed.</edition>
    <issuance>monographic</issuance>
  </originInfo>
  <language>
    <languageTerm authority="iso639-2b" type="code">por</languageTerm>
  </language>
  <physicalDescription>
    <form authority="marcform">print</form>
    <extent>159P. 21CM. ENC.</extent>
  </physicalDescription>
  <abstract>São fragmentos dispersos, trechos de diários, escritos de viagens, fantasias e reminiscências... No final das 147 páginas, o quebra-cabeça se monta e os pedacinhos de vida ganham um sentido maior. Em A disciplina do amor, lançado em 1980, a escritora Lygia Fagundes Telles aparece em estado bruto. E convida o leitor a passear pela sua psique, com direito a viajar em suas inquietações e a provar de suas fantasias. O livro é feito de pequenas obras-primas que nos permitem conhecer um pouco mais o imaginário de uma das mais consagradas escritoras da língua portuguesa. Para ela, "o senso de humor não é negro, nem vermelho, nem azul mas tem as sete cores do arco-íris numa faixa só". Mais adiante, escreve: "É preciso dar uma margem de liberdade não só aos personagens mas também aos bichos." E intercala histórias de suas viagens à China e à Sibéria a trechos do livro de cabeceira As confissões de santo Agostinho. Mas, afinal, a disciplina é uma virtude do amor? No livro, a autora responde a um amigo que considera o amor indisciplinado por natureza. "Isto só na aparência, na casca... lá nas profundezas ele é de uma ordem e de uma harmonia só comparável à abóbada celeste." No fragmento que dá título à obra, Lygia conta a história de um cachorro que durante a Segunda Guerra, na França, todos os dias refazia o antigo percurso do dono morto no combate. "Com o passar dos anos (a memória dos homens!) as pessoas foram se esquecendo do jovem soldado que não voltou...</abstract>
  <note>"A LITERATURA COMO UM ATO DE AMOR" POR RICARDO RAMOS. AUTOBIOBIBLIOGRAFIA</note>
  <note>PORTUGUES</note>
  <subject>
    <topic>LITERATURA BRASILEIRA</topic>
  </subject>
  <subject>
    <topic>CONTOS</topic>
  </subject>
  <subject>
    <topic>SECULO XX</topic>
  </subject>
  <identifier type="uri">https://www.santoandre.sp.gov.br/pesquisa/con_detalhe.asp?ID=84839&amp;vHistoryNovo=sim</identifier>
  <location>
    <url displayLabel="Registro de origem">https://www.santoandre.sp.gov.br/pesquisa/con_detalhe.asp?ID=84839&amp;vHistoryNovo=sim</url>
  </location>
  <recordInfo>
    <recordContentSource authority="marcorg">SANTOANDRE</recordContentSource>
    <recordCreationDate encoding="marc">260716</recordCreationDate>
    <recordChangeDate encoding="iso8601">20260716095931.0</recordChangeDate>
    <recordIdentifier source="SANTOANDRE">santoandre-con_detalhe-84839</recordIdentifier>
    <languageOfCataloging>
      <languageTerm authority="iso639-2b" type="code">por</languageTerm>
    </languageOfCataloging>
  </recordInfo>
</mods>
