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    <title>LINGUA EXILADA (A)</title>
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    <namePart>KERTESZ, IMRE, 1929-</namePart>
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    <namePart>SCHILLER, PAULO, 1952</namePart>
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    <extent>208P. 21CM. BROCH.</extent>
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  <abstract>“A língua exilada” é uma coleção de ensaios permeados pela idéia de que o Holocausto não é um acontecimento restrito aos nazistas e aos judeus: é uma experiência de cunho universal. Se o filósofo alemão Adorno dizia ser impossível escrever versos após Auschwitz, Kertész afirma que o campo de concentração é um marco zero e que, portanto, nada mais poderia ser escrito sem fazer menção a ele. Segundo o autor, em todas as produções artísticas pós-Segunda Guerra Mundial estão evidentes as marcas da aniquilação dos valores que sustentavam a civilização antes do Holocausto. Passada a euforia inicial da queda do Muro de Berlim, em 1989, renasceram os velhos nacionalismos e, com eles, a sombra do anti-semitismo. O acerto de contas de Kertész jamais poupa o totalitarismo stalinista. Em um estilo marcado pelo humor amargo da Europa Central, Kertész relembra também os intelectuais que escolheram o exílio à vida sob a opressão soviética.</abstract>
  <note>INCLUINDO "HEURECA", O DISCURSO PROFERIDO NO RECEBIMENTO DO PREMIO NOBEL DE LITERATURA EM 2002.</note>
  <note>PORTUGUES</note>
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    <topic>ENSAIOS</topic>
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    <topic>LITERATURA HUNGARA</topic>
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