“Um Molière Imaginário” foi o espetáculo que representou a retomada pelo Grupo Galpão do seu próprio rumo artístico, depois de duas experiências marcantes com o diretor Gabriel Villela que, com “Romeu e Julieta” e “A rua da amargura”, deixou uma assinatura fundamental na estética e na linguagem do Grupo. O espetáculo, montado para a rua, em 1997, é um dos trabalhos do Galpão de mais longa permanência no repertório e que se apresentou em maior número de cidades em todo o Brasil.
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