02028nam a2200229 i 4500001003000000003001100030005001700041008004100058040003100099245004600130100003100176250001000207264004100217300002600258546001400284500005800298520128300356650001101639650002701650655001201677856010901689santoandre-con_detalhe-109604SANTOANDRE20260716210724.0260716s2013 bl ||||| |||| 00| 0 por d aSANTOANDREbporerdadKoha10aMENINA QUE ROUBAVA LIVROS (A): PARTE 1/111 aZUSAK, MARKUS, 1975eAutor a1 ed. 1aSAO PAULObFUND. DORINA NOWILLc2013 aPARTE 1. 31CM. BROCH. aPORTUGUES aEDICAO BRAILLE. 1ª EDICAO - 2007. EDITORA INTRINSECA aEntre 1939 e 1943, Liesel Meminger encontrou a Morte três vezes. E saiu suficientemente viva das três ocasiões para que a própria, de tão impressionada, decidisse nos contar sua história, em "A Menina que Roubava Livros". Desde o início da vida de Liesel na rua Himmel, numa área pobre de Molching, cidade desenxabida próxima a Munique, ela precisou achar formas de se convencer do sentido da sua existência. Horas depois de ver seu irmão morrer no colo da mãe, a menina foi largada para sempre aos cuidados de Hans e Rosa Hubermann, um pintor desempregado e uma dona de casa rabugenta. Ao entrar na nova casa, trazia escondido na mala um livro, "O Manual do Coveiro". Num momento de distração, o rapaz que enterrara seu irmão o deixara cair na neve. Foi o primeiro de vários livros que Liesel roubaria ao longo dos quatro anos seguintes. E foram estes livros que nortearam a vida de Liesel naquele tempo, quando a Alemanha era transformada diariamente pela guerra, dando trabalho dobrado à Morte. O gosto de rouba-los deu à menina uma alcunha e uma ocupação; a sede de conhecimento deu-lhe um propósito. E as palavras que Liesel encontrou em suas páginas e destacou delas seriam mais tarde aplicadas ao contexto a sua própria vida. 4aFICCAO 4aLITERATURA AUSTRALIANA 4aBRAILLE40uhttps://www.santoandre.sp.gov.br/pesquisa/con_detalhe.asp?ID=109604&vHistoryNovo=simyRegistro de origem