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_dKoha
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245 1 0 _aMULHER DESILUDIDA (A)
100 1 _aBEAUVOIR, SIMONE DE, 1908-1986
_eAutor
700 1 _aSILVEIRA, HELENA, 1911-1984
_eTradutor
700 1 _aBARBOSA, MARYAN A. BON
_eTradutor
250 _a1 ed.
264 1 _aRIO DE JANEIRO); FOLHA DE S. PAULO (SAO PAULO
_bO GLOBO
_c2003
300 _a190P. 21CM. ENC.
546 _aPORTUGUES
520 _aBeauvoir lançou em 1967, pouco antes de completar 60 anos de idade, sua melhor obra literária: A Mulher Desiludida. O livro reúne três narrativas sobre uma questão central, que poderia ser definida como "a condição feminina", numa sociedade ainda dominada pelos homens. A essa altura o leitor pode estar achando que tem nas mãos uma tese sociológica disfarçada de ficção. Nada disso. O grande mérito de A Mulher Desiludida é conseguir superar os pressupostos ideológicos da escritora e criar, a partir daí, grande literatura. Na primeira narrativa, a mais autobiográfica, vemos um casal de intelectuais maduros, ambos de esquerda, em conflito com as posições cada vez mais conservadoras do filho, Philippe. O conto prenuncia não só as reflexões posteriores de Beauvoir sobre a velhice, mas também o confronto de gerações que explodiu em maio de 68. O segundo quadro deste tríptico é o monólogo angustiado de Murielle, que, depois de dois casamentos fracassados e do suicídio da filha, rumina em solidão o seu ódio pelo mundo e por um Deus que talvez não exista. Na última história, a mais longa, acompanhamos o irreversível desabamento da vida familiar de Monique, uma típica dona-de-casa que de repente se vê abandonada pelo marido e desprezada pelas filhas.
650 4 _aFICCAO
650 4 _aSECULO XX
650 4 _aLITERATURA FRANCESA
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856 4 0 _uhttps://www.santoandre.sp.gov.br/pesquisa/con_detalhe.asp?ID=125424&vHistoryNovo=sim
_yRegistro de origem
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