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_bpor
_erda
_dKoha
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245 1 0 _aPOEMAS DE CIRCUNSTANCIA
100 1 _aCOSTA, EDUARDO ALVES DA, 1936-
_eAutor
250 _a1 ed.
264 1 _aSAO PAULO
_bSESI-SP
_c2016
300 _a195P. 21CM. BROCH.
546 _aPORTUGUES
520 _aBambus cantam ao vento. Um peteleco e a formiga voa como um astronauta. A taturana que adora maracujá. Paixões adolescentes. Comadres maledicentes. Beligerância, estupidez humana. Destruição. Se para Goethe a realidade é uma fonte de inspiração para o fazer poético, Eduardo Alves da Costa o comprova em Poemas de Circunstância, novo livro do autor, que retrata a singeleza de detalhes, de fragmentos de vida, e a brutalidade dos dias atuais, marcados pela desconexão entre homem e natureza. Os versos de Abelha, “Uma abelha voa e não me vê; eu aqui e ela na tevê”, sintetizam a desavença. Humanos, à mercê da sobrevivência, transfiguram-se em “alienígenas” a concretar a terra. Caberá ao poeta observar do micro ao macrocosmo, a extrair o belo das circunstâncias.
650 4 _aLITERATURA BRASILEIRA
650 4 _aPOESIA
650 4 _aSECULO XXI
655 4 _aLIVRO
856 4 0 _uhttps://www.santoandre.sp.gov.br/pesquisa/con_detalhe.asp?ID=127181&vHistoryNovo=sim
_yRegistro de origem
942 _cBK
999 _c110724
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