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003 SANTOANDRE
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040 _aSANTOANDRE
_bpor
_erda
_dKoha
099 _acon_detalhe:127525
245 1 0 _aCLARO ENIGMA
100 1 _aANDRADE, CARLOS DRUMMOND DE, 1902-1987
_eAutor
250 _a1 ed.
264 1 _aSAO PAULO
_bCOMPANHIA DAS LETRAS
_c2017
300 _a134P. 21CM. BROCH.
546 _aPORTUGUES
500 _a12ª REIMPRESSAO.
520 _aOs poemas reunidos neste volume ocupam uma posição singular na obra de Drummond. Aqui o autor parece querer buscar, por meio da retomada de formas clássicas, um equilíbrio entre o passado e o presente. O amor, a morte e a memória são alguns dos temas elaborados por um homem que sempre quis fazer parte do seu próprio tempo. Leitura obrigatória do vestibular da Fuvest. Publicado em 1951, Claro enigma representa um momento especial na obra de Drummond. Com uma dicção mais clássica, o poeta revisita formas que haviam sido abandonadas pelo Modernismo (como o soneto, modalidade que fora motivo de chacota entre as novas gerações literárias), afirma seu amor pela poesia de Dante e Camões e busca uma forma mais difícil, mas sem jamais abandonar o lirismo e a agudeza de sua melhor poesia. O livro abre com a epígrafe do francês Paul Valéry, “Les evenements m’ennuient” (Os acontecimentos me entediam). Embora eloquente, a citação não corresponde perfeitamente à realidade, pois Drummond não vira completamente as costas para a vida mais pulsante. Pelo contrário: a experiência aparece em cada verso do livro, ainda que escamoteada por uma lírica que não se entrega ao fácil graças a uma visão algo desiludida do tempo e dos homens. Mas há, claro, espaço para o lirismo do amor, como no célebre poema “Amar”, que começa com os versos: “Que pode uma criatura senão, / entre criaturas, amar?”.
650 4 _aLITERATURA BRASILEIRA
650 4 _aPOESIA
650 4 _aCONTEMPORANEOS
655 4 _aLIVRO
856 4 0 _uhttps://www.santoandre.sp.gov.br/pesquisa/con_detalhe.asp?ID=127525&vHistoryNovo=sim
_yRegistro de origem
942 _cBK
999 _c111066
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