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003 SANTOANDRE
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040 _aSANTOANDRE
_bpor
_erda
_dKoha
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245 1 0 _aAGORA AQUI NINGUEM PRECISA DE SI
100 1 _aANTUNES, ARNALDO, 1960
_eAutor
250 _a1 ed.
264 1 _aSAO PAULO
_bCOMPANHIA DAS LETRAS
_c2015
300 _a141P. ILUS. 21CM. BROCH.
546 _aPORTUGUES
520 _a“Recuerde”, diz a placa imperativa em espanhol, enquanto o retrovisor do automóvel mostra o que já ficou no passado. “Eu tenho uma coleção de esquecimentos e apenas duas mãos pra ver o mundo”, lamenta o “super-homem submisso” que não alcança o ritmo dos acontecimentos. Resta observar coisas mínimas como uma formiga ou imensas como o universo e seus astros. O tempo e o espaço, a insignificância e a morte são os principais temas deste volume de inéditos de Arnaldo Antunes, que oscilam entre o humor e a desilusão. Alternando poemas em verso e visuais, fotografias e “prosinhas”, a obra é marcada pela pluralidade, pelo registro pop e pela sonoridade, tão próprios ao artista, que assina também o projeto gráfico. Um diálogo sensível e desafiante com o homem contemporâneo.
650 4 _aLITERATURA BRASILEIRA
650 4 _aPOESIA
650 4 _aSECULO XXI
655 4 _aLIVRO
856 4 0 _uhttps://www.santoandre.sp.gov.br/pesquisa/con_detalhe.asp?ID=128825&vHistoryNovo=sim
_yRegistro de origem
942 _cBK
999 _c112332
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