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003 SANTOANDRE
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040 _aSANTOANDRE
_bpor
_erda
_dKoha
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245 1 0 _aVIDA E MORTE DA ONCA-GENTE
100 1 _aSANTOS, JOEL RUFINO DOS, 1941-2015
_eAutor
700 1 _aGARANHUNS, VALDECK DE, 1952
_eIlustrador
700 1 _aDROZINA, REGINA
_eIlustrador
250 _a1 ed.
264 1 _aSAO PAULO
_bMODERNA
_c2010
300 _a80P. ILUS. 21CM. BROCH.
546 _aPORTUGUES
500 _aEDICAO ESPECIAL.
520 _aCom os bichos, a onça-gente só conhecera sacanagem e violência. Desgostosa, esperou a meia-noite. Puxou da pata o alfinete de virar gente. Virou de novo um belo rapaz. Só um pouco troncudo. ''Adeus, minha porção onça. Nunca mais te quero ver''. Pegou a cabeça do alfinete, que ficava no cotovelo, e atirou no mar. Ia ser gente para o resto de seus dias. Foi morar no Rio dos Papagaios. Na língua dos nossos antepassados é chamado Araguaia. A onça-gente para em casa de um casal catador de castanha. Trabalhavam para chuchu. A mulher era muito bonita. O marido não ficava atrás. Só tinha um problema - necas de filhos. O homem não fazia tanta questão, a mulher é que se pegava com os santos. Um dia pediu a Deus - ''Quero um filho. Nem que seja uma cobra''. Deus atendeu. Com nove meses, ela pariu um casalzinho de sucuris. Batizou-as de Honorato e Felizmina.
650 4 _aLITERATURA INFANTOJUVENIL
655 4 _aLIVRO
856 4 0 _uhttps://www.santoandre.sp.gov.br/pesquisa/con_detalhe.asp?ID=129190&vHistoryNovo=sim
_yRegistro de origem
942 _cBK
999 _c112693
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