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245 1 0 _aARAUJO & OPHELIA
246 3 _aARAUJO E OPHELIA
100 1 _aAZEVEDO, RICARDO, 1949
_eAutor
700 1 _aAZEVEDO, RICARDO, 1949
_eIlustrador
250 _a2 ed.
264 1 _aSAO PAULO
_bMODERNA
_c2008
300 _a31P. ILUS. 24CM. BROCH.
546 _aPORTUGUES
500 _aED. REVISTA E AMPLIADA. 4ª IMPRESSAO.
520 _aQuando Araújo, um simpático velhinho de quase oitenta anos de idade, descobre que as árvores de uma praça quase abandonada de sua cidade vão ser derrubadas para dar lugar a um moderno shopping center, fica inconformado. Imediatamente, corre até a praça para ver se a mangueira, sua árvore preferida, ainda está de pé. Por sorte, ela ainda está lá, como ainda está lá o pequeno coração que ele havia gravado no tronco da árvore anos antes, com os dizeres: "Araújo ama Ophélia". Araújo decide, então, ir atrás da Ophélia, sua primeira namorada, que ele não via há quase sessenta anos. Depois de conversar com ela e relembrar o passado, Araújo lhe fala do perigo que ameaça a bela árvore, que tanto significado tinha para eles. Decididos a fazer algo, os dois se dirigem à polícia, buscam o auxílio da prefeitura, mandam cartas indignadas aos jornais, porém, ninguém se decide a colaborar. Como desistir está fora de questão, os dois recorrem, então, a uma última saída: sobem na mangueira e se negam, terminantemente, a descer até que lhes garantam que não apenas a mangueira, mas todas as árvores da praça, continuarão de pé. Os engenheiros, irritados com a perda de tempo, procuram de todo modo convencê-los a descer da árvore e chegam até mesmo a chamar a polícia, sem sucesso.
650 4 _aLITERATURA INFANTOJUVENIL
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856 4 0 _uhttps://www.santoandre.sp.gov.br/pesquisa/con_detalhe.asp?ID=129362&vHistoryNovo=sim
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