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003 SANTOANDRE
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040 _aSANTOANDRE
_bpor
_erda
_dKoha
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245 1 0 _aNA RUA DO SABAO
100 1 _aBANDEIRA FILHO, MANUEL CARNEIRO DE SOUZA, 1886-1968
_eAutor
700 1 _aMORAES, ODILON
_eIlustrador
250 _a2 ed.
264 1 _aSAO PAULO
_bGLOBAL
_c2013
300 _a23P. ILUS. 24CM. BROCH.
546 _aPORTUGUES
500 _aDADOS DO AUTOR E DO ILUSTRADOR.
520 _aPublicado na década de 1920, no livro Ritmo Dissoluto, o poema “Na Rua do Sabão”, de Manuel Bandeira, ainda hoje exerce um forte fascínio em seus leitores. Cai cai balão/ Cai cai balão/ Na rua do Sabão! / Levou tempo para criar fôlego./ Bambeava, tremia todo e mudava de cor. / A molecada da rua do Sabão/ Gritava com maldade: Cai cai balão! A partir desse refrão popular, de domínio público, que se repete ao longo do poema, Manuel Bandeira, o consagrado poeta do Recife que soube tão bem captar os aspectos mais simples do cotidiano, leva-nos à rua do Sabão e reaviva em nossa memória uma das recordações mais vivas da infância, a imagem do balão subindo… muito serenamente… para muito longe… Não caiu na rua do Sabão.
650 4 _aLITERATURA INFANTOJUVENIL
655 4 _aLIVRO
856 4 0 _uhttps://www.santoandre.sp.gov.br/pesquisa/con_detalhe.asp?ID=130413&vHistoryNovo=sim
_yRegistro de origem
942 _cBK
999 _c113886
_d113886