| 000 | 01977nam a2200289 i 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | santoandre-con_detalhe-133886 | ||
| 003 | SANTOANDRE | ||
| 005 | 20260717064353.0 | ||
| 008 | 260717s2012 bl ||||| |||| 00| 0 por d | ||
| 040 |
_aSANTOANDRE _bpor _erda _dKoha |
||
| 099 | _acon_detalhe:133886 | ||
| 245 | 1 | 0 | _aANTES DE NASCER O MUNDO |
| 100 | 1 |
_aCOUTO, MIA, 1955 _eAutor |
|
| 250 | _a1 ed. | ||
| 264 | 1 |
_aSAO PAULO _bCOMPANHIA DAS LETRAS _c2012 |
|
| 300 | _a277P. 21CM. BROCH. | ||
| 546 | _aPORTUGUES | ||
| 500 | _a4ª REIMPRESSAO. | ||
| 520 | _aJesusalém, ermo encravado na savana, em Moçambique, abriga cinco almas apartadas das gentes e cidades do mundo. Ali, ensaiam um arremedo de vida: Silvestre e seus dois filhos, Mwanito e Ntunzi, mais o Tio Aproximado e o serviçal Zacaria. O passado para eles é pura negação recortada em torno da figura da mãe morta em circunstâncias misteriosas. E o futuro se afigura inexistente. Silvestre afiança aos filhos e ao criado que o mundo acabou e que a mulher - qualquer mulher - é a desgraça dos homens. Mas um belo dia os donos do mundo voltarão para reivindicar a terra de Jesusalém. E não só isso: uma bela mulher também virá para agitar a inércia dos dias solitários daqueles homens. Mia Couto é um dos maiores expoentes da literatura africana de expressão portuguesa. Moçambicano e amante confesso da escrita inventiva do brasileiro Guimarães Rosa, ele é um artista investido do poder mágico e poético das palavras. Mas é da alma do povo de seu país, bela, trágica, alegre, sofrida, enigmática, que este poeta da prosa extrai seu ouro universal. Em Portugal, Moçambique e Angola o livro recebeu o título de Jesusalém. | ||
| 650 | 4 | _aFICCAO | |
| 650 | 4 | _aROMANCES | |
| 650 | 4 | _aSECULO XXI | |
| 650 | 4 | _aLITERATURA MOCAMBICANA | |
| 655 | 4 | _aLIVRO | |
| 856 | 4 | 0 |
_uhttps://www.santoandre.sp.gov.br/pesquisa/con_detalhe.asp?ID=133886&vHistoryNovo=sim _yRegistro de origem |
| 942 | _cBK | ||
| 999 |
_c117322 _d117322 |
||