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_erda
_dKoha
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245 1 0 _aSERGIO Y. VAI A AMERICA
100 1 _aPORTO, ALEXANDRE VIDAL, 1965-
_eAutor
250 _a1 ed.
264 1 _aSAO PAULO
_bCOMPANHIA DAS LETRAS
_c2014
300 _a181P. 21CM. BROCH.
546 _aPORTUGUES
520 _aNarrado por um experiente e sofisticado psiquiatra, “Sergio Y. vai à América” coloca diante do leitor duas questões fortes do nosso tempo: o poder do testemunho (e o que ele pode esconder em sua aparente carga de veracidade) e o deslocamento. No caso, sexual. O jovem Sergio Y., bem-nascido e aparentemente sem grandes dramas na sua ainda curta existência - embora se considere infeliz -, é um “paciente interessante”, como diz o narrador. Frequenta o consultório regularmente, rememora aspectos da sua formação familiar, mas um dia desaparece para sempre, abandonando o tratamento. A esse mistério se acrescenta outro, acachapante, que tira a aparente serenidade do psiquiatra e o faz incursionar em uma busca que tem tanto de detetivesca quanto de psicanalítica. Com elegância e precisão, Alexandre Vidal Porto constrói um romance que é, a um só tempo, uma investigação sobre os caminhos da sexualidade e uma intensa reflexão sobre aquilo que falamos ou deixamos de falar. A memória, a construção da identidade e os papéis que desempenhamos ao longo de nossas vidas aparecem aqui com delicadeza e enorme poder de síntese.
650 4 _aLITERATURA BRASILEIRA
650 4 _aFICCAO
650 4 _aSECULO XXI
655 4 _aLIVRO
856 4 0 _uhttps://www.santoandre.sp.gov.br/pesquisa/con_detalhe.asp?ID=134069&vHistoryNovo=sim
_yRegistro de origem
942 _cBK
999 _c117503
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