000 02034nam a2200253 i 4500
001 santoandre-con_detalhe-134733
003 SANTOANDRE
005 20260717070451.0
008 260717s2009 bl ||||| |||| 00| 0 por d
040 _aSANTOANDRE
_bpor
_erda
_dKoha
099 _acon_detalhe:134733
245 1 0 _aCREPUSCULO DOS IDOLOS OU COMO SE FILOSOFA COM O MARTELO
100 1 _aNIETZSCHE, FRIEDRICH WILHELM, 1844-1900
_eAutor
700 1 _aZWICK, RENATO
_eTradutor
250 _a1 ed.
264 1 _aPORTO ALEGRE
_bL&PM
_c2009
300 _a137P. 18CM. BROCH.
546 _aPORTUGUES
520 _aCrepúsculo dos ídolos (1889), último livro a ser publicado em vida pelo filósofo alemão, é, eminentemente, uma obra de maturidade. Como nos diz o próprio Nietzsche em seu ensaio autobiográfico intitulado Ecce homo, "esse escrito (Crepúsculo dos ídolos) que não chega a cento e cinqüenta páginas, fatal e sereno no tom, um demônio que ri, obra de tão poucos dias que hesito em dizer seu número, é a exceção entre os livros; nada existe de mais rico em substância, mais independente, mais demolidor - de mais malvado". Estas três qualificações o definem radicalmente. Ele é rico em substância - pois se aproxima das mais diversas configurações deste ídolo histórico chamado verdade -, independente e demolidor. Uma obra de exceção porque dá voz a esta composição tão caracteristicamente nietzschiana entre destruição e renovação. O seu subtítulo aponta para o sentido mais originário desta composição; ou como filosofar com o martelo. O martelo quebra a rigidez com que os ídolos (a verdade em suas múltiplas facetas) buscam se conformar de uma vez por todas. Ao quebrar esta rigidez, ele não aniquila simplesmente o que antes estava já constituído, mas devolve a ele sua vitalidade e sua graça.
650 4 _aFILOSOFIA ALEMA
655 4 _aLIVRO
856 4 0 _uhttps://www.santoandre.sp.gov.br/pesquisa/con_detalhe.asp?ID=134733&vHistoryNovo=sim
_yRegistro de origem
942 _cBK
999 _c118165
_d118165