| 000 | 01940nam a2200289 i 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | santoandre-con_detalhe-142389 | ||
| 003 | SANTOANDRE | ||
| 005 | 20260717095610.0 | ||
| 008 | 260717s2015 bl ||||| |||| 00| 0 por d | ||
| 040 |
_aSANTOANDRE _bpor _erda _dKoha |
||
| 099 | _acon_detalhe:142389 | ||
| 245 | 1 | 0 | _aVIDAS SECAS |
| 100 | 1 |
_aRAMOS, GRACILIANO, 1892-1953 _eAutor |
|
| 700 | 1 |
_aMARTINS, ALDEMIR _eIlustrador |
|
| 250 | _a127 ed. | ||
| 264 | 1 |
_aRIO DE JANEIRO _bRECORD _c2015 |
|
| 300 | _a174P. 21CM. BROCH. | ||
| 546 | _aPORTUGUES | ||
| 500 | _aVIDA E OBRA DE GRACILIANO RAMOS | ||
| 520 | _aLançado originalmente em 1938, Vidas secas retrata a vida miserável de uma família de retirantes sertanejos obrigada a se deslocar de tempos em tempos para áreas menos castigadas pela seca. O pai, Fabiano, caminha pela paisagem árida da caatinga do Nordeste brasileiro com a sua mulher, Sinha Vitória, e os dois filhos, que não têm nome, sendo chamados apenas de “filho mais velho” e “filho mais novo”. São também acompanhados pela cachorrinha da família, Baleia, cujo nome é irônico, pois a falta de comida a fez muito magra. Vidas secas pertence à segunda fase modernista da literatura brasileira, conhecida como “regionalista” ou “romance de 30”. Denuncia fortemente as mazelas do povo brasileiro, principalmente a situação de miséria do sertão nordestino. É o romance em que Graciliano alcança o máximo da expressão que vinha buscando em sua prosa: o que impulsiona os personagens é a seca, áspera e cruel, e paradoxalmente a ligação telúrica, afetiva, que expõe naqueles seres em retirada, à procura de meios de sobrevivência e um futuro. | ||
| 650 | 4 | _aLITERATURA BRASILEIRA | |
| 650 | 4 | _aFICCAO | |
| 650 | 4 | _aSECULO XX | |
| 655 | 4 | _aLIVRO | |
| 856 | 4 | 0 |
_uhttps://www.santoandre.sp.gov.br/pesquisa/con_detalhe.asp?ID=142389&vHistoryNovo=sim _yRegistro de origem |
| 942 | _cBK | ||
| 999 |
_c125638 _d125638 |
||