| 000 | 01810nam a2200277 i 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | santoandre-con_detalhe-150439 | ||
| 003 | SANTOANDRE | ||
| 005 | 20260717120741.0 | ||
| 008 | 260717s2018 bl ||||| |||| 00| 0 por d | ||
| 040 |
_aSANTOANDRE _bpor _erda _dKoha |
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| 099 | _acon_detalhe:150439 | ||
| 245 | 1 | 0 | _aGAROTAS MORTAS |
| 100 | 1 |
_aALMADA, SELVA, 1973 _eAutor |
|
| 700 | 1 |
_aMOLINA, SERGIO _eTradutor |
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| 250 | _a1 ed. | ||
| 264 | 1 |
_aSAO PAULO _bTODAVIA _c2018 |
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| 300 | _a125P. 21CM | ||
| 546 | _aPORTUGUES | ||
| 500 | _aTradução de: Chicas muertas. | ||
| 520 | _aUm dos grandes nomes da literatura argentina con temporânea, Selva Almada investiga três casos de feminicídio em seu país na década de 1980. E mostra que a situação não mudou com o tempo. Três assassinatos entre centenas que não são suficientes para es tampar as manchetes dos jornais ou mobilizar a cobertura dos canais de TV. Três casos cujas notícias chegam desordenadas: uma rádio as anuncia, um pequeno jornal provinciano dá algum destaque, alguém se lembra dos ocorridos em uma conversa… Três crimes “menores” enquanto a Argentina celebrava o retor no da democracia. Três mortes sem culpado. Com o tem po, essas histórias se convertem em uma obsessão particular da autora, o que a leva a uma investigação bastante atípica. A prosa cristalina de Selva Almada mostra como as violências diárias contra meninas e mulheres acabam fazendo parte de algo considerado “normal”. Com este livro, a autora desbrava novos caminhos para a não ficção latino-americana. | ||
| 650 | 4 | _aLITERATURA DE FICCAO | |
| 650 | 4 | _aLITERATURA ARGENTINA | |
| 655 | 4 | _aLIVRO | |
| 856 | 4 | 0 |
_uhttps://www.santoandre.sp.gov.br/pesquisa/con_detalhe.asp?ID=150439&vHistoryNovo=sim _yRegistro de origem |
| 942 | _cBK | ||
| 999 |
_c129301 _d129301 |
||