000 02201nam a2200325 i 4500
001 santoandre-con_detalhe-151483
003 SANTOANDRE
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040 _aSANTOANDRE
_bpor
_erda
_dKoha
099 _acon_detalhe:151483
245 1 0 _aCORTE E A CHAMA (O) ; CHAMA E O CORTE (A)
246 3 _aCHAMA E O CORTE (A)
100 1 _aCUNHA, LEO, 1966-
_eAutor
700 1 _aREA, PAULO, 1967
_eAutor
250 _a1 ed.
264 1 _aSAO PAULO
_bPULO DO GATO
_c2020
300 _a40P. ILUS. 25CM
546 _aPORTUGUES
500 _aPUBLICADO COM O TITULO A CHAMA E O CORTE EM SENTIDO INVERSO.
520 _aÉ um livro em que um tema contemporâneo e da maior complexidade é explorado poeticamente com a contundência de uma tocha ardente ou uma lâmina de serra. Não há como sair indiferente após a leitura. Dois poemas narrativos exploram um mesmo tema por dois pontos de partida que convergem na mesma consequência: a destruição da flora, fauna e dos povos da floresta por meio das queimadas e do desmatamento. “A floresta em cinza Conta penas e cicatrizes. Ninguém ouve?” O texto verbal é estruturado em duas narrativas poéticas simetricamente, espelhadas em ritmo seco, vocabulário justo, sem floreado, jogos de linguagem que não fazem rir, mas geram agonia, desalento. Duas capas, dois títulos, dois autores. Cada poema narrativo começa de um lado do livro e segue até o meio, onde a poesia deixa a palavra e se transforma em imagem: a terra abatida e devastada fala por si. Não há final feliz ou esperança. O leitor vira então o livro de cabeça para baixo e inicia a outra narrativa até chegar à mesma imagem central: a terra queimada e sem vida. Não há por onde escapar. Engole-se a seco. O nó da madeira vai para a garganta.
650 4 _aLITERATURA INFANTOJUVENIL
650 4 _aDESMATAMENTO DE FLORESTAS
650 4 _aPOESIA PARA CRIANCAS
650 4 _aAGRESSOES CONTRA O MEIO AMBIENTE
650 4 _aINCENDIOS FLORESTAIS
655 4 _aLIVRO
856 4 0 _uhttps://www.santoandre.sp.gov.br/pesquisa/con_detalhe.asp?ID=151483&vHistoryNovo=sim
_yRegistro de origem
942 _cBK
999 _c130126
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