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_bpor
_erda
_dKoha
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245 1 0 _aGUARDADOR DE AGUAS (O)
100 1 _aBARROS, MANOEL WENCESLAU LEITE DE, 1916-2014
_eAutor
250 _a1 ed.
264 1 _aRIO DE JANEIRO
_bALFAGUARA
_c2017
300 _a110P. ILUS. 24CM. BROCH.
546 _aPORTUGUES
500 _aManoel de Barros.
520 _aEm O guardador de águas, Manoel de Barros duplica-se e cede a palavra a outro personagem, o Bernardo da Mata. Bernardo era empregado de sua fazenda e foi seu amigo de vida inteira. Em vários poemas, é Bernardo quem apresenta a fala primal da natureza que tanto caracteriza o poeta. Mas a poesia de Manoel não é ingênua, ela não ignora a teia estabelecida pela cultura. Ela desafia a lógica convencional, exercitando-se na metalinguagem. Este livro é feito de frases em mutação, que juntam as águas, o mato e os pequenos seres da mata. Mas não se deixem enganar: Manoel é muito maior que um "poeta pantaneiro", expressão tantas vezes utilizada para defini-lo. É ele quem diz: "Não tenho em mente trazer contribuição para o acervo folclórico do Pantanal. Meu negócio é descascar as palavras, se possível, até a mais lírica semente delas".
650 4 _aLITERATURA BRASILEIRA
650 4 _aPOESIA
650 4 _aSECULO XX
655 4 _aLIVRO
856 4 0 _uhttps://www.santoandre.sp.gov.br/pesquisa/con_detalhe.asp?ID=151870&vHistoryNovo=sim
_yRegistro de origem
942 _cBK
999 _c130502
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