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040 _aSANTOANDRE
_bpor
_erda
_dKoha
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245 1 0 _aCRIMES DO AMOR (OS) ; E, A ARTE DE ESCREVER AO GOSTO DO PUBLICO
100 1 _aSADE, DONATIEN ALPHONSE FRANCOIS DE, 1740-1814
_eAutor
250 _a1 ed.
264 1 _aPORTO ALEGRE
_bL&PM
_c2000
300 _a260P. 17CM. BROCH.
546 _aPORTUGUES
500 _aMarquês de Sade ; prefácio de Eliane Robert Moraes ; tradução de Magnólia Costa Santos ; Tradução de: Les crimes de l'amour.
520 _aO divino marquês, que passou quase metade de sua vida entre prisões e sanatórios, extremado individualista, ateu convicto, capaz de escandalizar gerações e ser censurado um século e meio após sua morte, até mesmo ele teve seu momento de fraqueza. Pois o Sade dessas novelas acaba capitulando diante de uma idéia que combatia obsessivamente – o amor. Eis o verdadeiro Sade clandestino, aquele que observa as convulsões dos sentimentos, em vez dos desregramentos dos sentidos. Nem por isso deixou de ser criminoso – só que, aqui, são crimes cometidos por amor, não meramente por prazer. A Condessa de Sancerre e Dorgeville, dois dos personagens destas quatro novelas, continuam devassos, mas, ao contrário do que ocorre em Justine, sua devasidão é ditada por um certo enternecimento. O Sade de Os crimes do amor segue à risca os conselhos que prescreve e se ocupa em "pintar os homens tais como são". E já que os homens, tais como parecem ser, não são perfeitamente sádicos, é-lhes permitido alguns deslizes, como enamorar-se. Aparentemente, Os crimes do amor podem soar mais ligeiros em termos da contabilidade de perversões e atrocidades. Mas o compromisso com o vício é ainda maior. Porque a indecência do marquês, nessas novelas, vem do fundo do coração.
650 4 _aSECULO XVIII
650 4 _aNOVELAS
650 4 _aLITERATURA FRANCESA
655 4 _aLIVRO
856 4 0 _uhttps://www.santoandre.sp.gov.br/pesquisa/con_detalhe.asp?ID=152569&vHistoryNovo=sim
_yRegistro de origem
942 _cBK
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