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003 SANTOANDRE
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040 _aSANTOANDRE
_bpor
_erda
_dKoha
099 _acon_detalhe:152589
245 1 0 _aDIALOGO/EDUCACAO
100 1 _aTIBURI, MARCIA ANGELITA, 1970
_eAutor
700 1 _aHERMANN, NADJA
_eAutor
250 _a1 ed.
264 1 _aSAO PAULO
_bED. SENAC SAO PAULO
_c2014
300 _a189P. 20CM. BROCH.
546 _aPORTUGUES
500 _aBibliografia: p. 187-189.
520 _aO diálogo sobre educação, com toda sua implicação filosófica, é algo tão necessário quanto o oxigênio que nos libera da asfixia. Pensar na contramão da servidão, ideológica é libertário, e a educação é simplesmente o ponto nevrálgico de todo compromisso estabelecido pelas pessoas em sociedade. Educar para a liberdade parece ser mesmo revolucionário e propõe o entendimento das condições a que estamos lançados, ou, por que não dizer, a que nos lançamos. A responsabilidade, a ética, o compromisso com o outro (que somos nós mesmos) reclamam essa consciência, só mesmo reconquistada no diálogo. Quem sabe assim se possa estabelecer a ponte entre as pesquisas acadêmicas sobre o assunto e a vida concreta de pessoas reais, muitas vezes distantes da reflexão filosófica, mas nem por isso incólumes às ideologias impostas à educação, como a ideia corrente de que educar é, necessariamente, formar pessoas que possam gerar renda.
650 4 _aFILOSOFIA
650 4 _aEDUCACAO
650 4 _aCORRESPONDENCIA
650 4 _aTIBURI, MARCIA, 1970-
650 4 _aHERMANN, NADJA
655 4 _aLIVRO
856 4 0 _uhttps://www.santoandre.sp.gov.br/pesquisa/con_detalhe.asp?ID=152589&vHistoryNovo=sim
_yRegistro de origem
942 _cBK
999 _c131207
_d131207