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_erda
_dKoha
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245 1 0 _aDIRETO DO BALCAO
100 1 _aBLANC, ALDIR, 1946-2020
_eAutor
250 _a1 ed.
264 1 _aRIO DE JANEIRO
_bMORULA
_c2017
300 _a220P. 21CM. BROCH.
546 _aPORTUGUES
520 _aReunindo textos inéditos em livro publicados nos últimos vinte anos pelo autor em jornais e revistas, em Direto do balcão temos um Aldir Blanc que fala de bares (“O boteco é o último reduto das palavras”), de personagens (que vão de Alfredinho Bip-Bi p, passando por Betinho, Paulo César Pinheiro, Wilson das Neves, Nei Lopes, Hermínio Bello de Carvalho e por aí vai), de política, de futebol, de música e da paixão de ser avô. Para Heloisa Seixas, que assina a quarta capa, “qualquer cientista social sério que queira entender a alma do Rio deveria estudar suas crônicas”. Nas crônicas de Direto do balcão, Heloisa continua, encontramos “um planeta de caos e beleza, lucidez e loucura, com seus personagens que resumem o universo – e que farão você se dobrar de rir. Tanto que, no fim, talvez lhe reste, no canto do olho, uma lágrima de ternura”. César Tartaglia, na orelha da obra, parece concordar: “divertido mesmo quando explode em indignação, e lírico mesmo quando faz saltar sua veia, Aldir mostra que é possível fazer bom jornalismo, em seu sentido mais amplo, sem perder a ternura”. Este Direto do balcão integra a coleção Aldir 70 — composta também por Rua dos Artistas e arredores, uma edição ampliada de Vila Isabel, inventário da infância, o gabinete do doutor Blanc: sobre jazz, literatura e outros improvisos e Porta de tinturaria.
650 4 _aLITERATURA BRASILEIRA
650 4 _aCRONICAS
650 4 _aSECULO XX
650 4 _aBARES
655 4 _aLIVRO
856 4 0 _uhttps://www.santoandre.sp.gov.br/pesquisa/con_detalhe.asp?ID=152973&vHistoryNovo=sim
_yRegistro de origem
942 _cBK
999 _c131575
_d131575