| 000 | 01786nam a2200265 i 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | santoandre-con_detalhe-156242 | ||
| 003 | SANTOANDRE | ||
| 005 | 20260717140740.0 | ||
| 008 | 260717s2013 bl ||||| |||| 00| 0 por d | ||
| 040 |
_aSANTOANDRE _bpor _erda _dKoha |
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| 099 | _acon_detalhe:156242 | ||
| 245 | 1 | 0 | _aDIGAM A SATA QUE O RECADO FOI ENTENDIDO |
| 100 | 1 |
_aPELLIZZARI, DANIEL _eAutor |
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| 250 | _a1 ed. | ||
| 264 | 1 |
_aSAO PAULO _bCOMPANHIA DAS LETRAS _c2013 |
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| 300 | _a178P. 21CM. BROCH. | ||
| 546 | _aPORTUGUES | ||
| 520 | _aDifícil dizer o motivo que levou Magnus Factor a prolongar sua curta estadia em Dublin, Irlanda, para uma residência fixa e negócio próprio na capital mundial da cerveja escura e da briga de rua. Fácil é precisar o momento embaraçoso em que tudo aquilo havia acontecido. Um milk-shake e duas palavras erradas de uma eslava, às vezes é tudo que basta para o sujeito ficar onde está. Numa encruzilhada de turistas e imigrantes, Magnus abre uma agência de passeios por locais mal-assombrados de Dublin, todos inventados por ele. Seus sócios vêm da Polônia e das ilhas Maurício, e mesmo o único irlandês do grupo, contratado para dar autenticidade à iniciativa, se diz nascido na “República de Cork”. É o pretexto para Daniel Pellizzari, de volta à ficção após oito anos, criar em torno de Magnus um espiral de loucura e desespero que vai envolver terrorismo poético, cultos obscuros, traficantes gregos, um antigo deus cobra irlandês e um pouco do velho e bom amor itinerante | ||
| 650 | 4 | _aLITERATURA BRASILEIRA | |
| 650 | 4 | _aFICCAO | |
| 650 | 4 | _aSECULO XXI | |
| 655 | 4 | _aLIVRO | |
| 856 | 4 | 0 |
_uhttps://www.santoandre.sp.gov.br/pesquisa/con_detalhe.asp?ID=156242&vHistoryNovo=sim _yRegistro de origem |
| 942 | _cBK | ||
| 999 |
_c134789 _d134789 |
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