| 000 | 01805nam a2200277 i 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | santoandre-con_detalhe-156295 | ||
| 003 | SANTOANDRE | ||
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| 008 | 260717s2000 bl ||||| |||| 00| 0 por d | ||
| 040 |
_aSANTOANDRE _bpor _erda _dKoha |
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| 099 | _acon_detalhe:156295 | ||
| 245 | 1 | 0 | _aELEFANTE |
| 100 | 1 |
_aALVIM, FRANCISCO, 1938 _eAutor |
|
| 250 | _a1 ed. | ||
| 264 | 1 |
_aSAO PAULO _bCOMPANHIA DAS LETRAS _c2000 |
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| 300 | _a141P. 21CM. BROCH. | ||
| 546 | _aPORTUGUES | ||
| 520 | _aFrancisco Alvim, que tranquilamente instalou-se no primeiro plano da literatura brasileira contemporânea, tem formas variadas de compor poesia. Uma delas é escrever "como se houvesse um microfone circulando", para usar a imagem de Roberto Schwarz. Nesta coletânea, por exemplo, um dos poemas intitula-se "Negócio" e seu único verso é este: "Depois a gente acerta". Um outro, "Debate", tem quatro versos: "eu quis colocar esse tipo de coisa/ mas então pensei/ mas meu deus do céu/ aí ele disse". Em "Mesmo?", são duas afirmações: "Vou ali/ Volto já".Todos eles parecem poemas sem autoria; criam temas, cenas e personagens, mas dão a impressão de que não foram pensados por ninguém, de que foram escritos pela própria língua portuguesa falada no Brasil. Com suas muita variantes, esse efeito de intimidade plena com a língua marca a alta poesia de Francisco Alvim, que o tempo todo nos faz ver, limpidamente, o sentido dos últimos versos de seu poema "Ventura": "Aventura humana e dura: a nenhuma aventura". | ||
| 650 | 4 | _aLITERATURA BRASILEIRA | |
| 650 | 4 | _aPOESIA | |
| 650 | 4 | _aPOEMAS | |
| 650 | 4 | _aSECULO XX | |
| 655 | 4 | _aLIVRO | |
| 856 | 4 | 0 |
_uhttps://www.santoandre.sp.gov.br/pesquisa/con_detalhe.asp?ID=156295&vHistoryNovo=sim _yRegistro de origem |
| 942 | _cBK | ||
| 999 |
_c134842 _d134842 |
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