| 000 | 01986nam a2200289 i 4500 | ||
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| 001 | santoandre-con_detalhe-156430 | ||
| 003 | SANTOANDRE | ||
| 005 | 20260717140746.0 | ||
| 008 | 260717s2017 bl ||||| |||| 00| 0 por d | ||
| 040 |
_aSANTOANDRE _bpor _erda _dKoha |
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| 099 | _acon_detalhe:156430 | ||
| 245 | 1 | 0 | _aMONGOLIA: ROMANCE |
| 100 | 1 |
_aCARVALHO, BERNARDO, 1960 _eAutor |
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| 250 | _a1 ed. | ||
| 264 | 1 |
_aSAO PAULO _bCOMPANHIA DAS LETRAS _c2017 |
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| 300 | _a187P. 21CM. BROCH. | ||
| 546 | _aPORTUGUES | ||
| 500 | _a7ª REIMPRESSAO. | ||
| 520 | _aO romance Mongólia estrutura-se como um "diálogo" entre o diário de um fotógrafo desaparecido nos montes Altai e as anotações do diplomata brasileiro encarregado de encontrá-lo. A narrativa apresenta experiências marcadas pelo contato do olhar estrangeiro com a cultura de um país desconhecido: a vida dos nômades no deserto de Gobi e nas estepes mongóis, dos tsaatan (criadores de renas) na fronteira com a Rússia e a dos criadores de camelos no deserto de Sharga; os encontros com um cantor difônico, um monge budista e um falcoeiro cazaque. Os protagonistas se vêem diante de um povo que exercita o misticismo como quem descobre a liberdade depois de setenta anos sob o jugo de uma ditadura comunista. Na Mongólia, a imaginação, antes cerceada, agora ocupa o lugar da memória que se perdeu pelo uso da força. Desconfiados e iludidos, os mongóis misturam a percepção da realidade com o desejo e a imaginação, assombrados por histórias cuja veracidade só podem provar com a própria perdição. O autor viajou à Mongólia em 2002 com uma bolsa concedida pela editora portuguesa Cotovia em parceria com a Fundação Oriente de Lisboa. | ||
| 650 | 4 | _aLITERATURA BRASILEIRA | |
| 650 | 4 | _aFICCAO | |
| 650 | 4 | _aSECULO XXI | |
| 650 | 4 | _aROMANCE | |
| 655 | 4 | _aLIVRO | |
| 856 | 4 | 0 |
_uhttps://www.santoandre.sp.gov.br/pesquisa/con_detalhe.asp?ID=156430&vHistoryNovo=sim _yRegistro de origem |
| 942 | _cBK | ||
| 999 |
_c134974 _d134974 |
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