000 01925nam a2200277 i 4500
001 santoandre-con_detalhe-156927
003 SANTOANDRE
005 20260717140759.0
008 260717s2001 bl ||||| |||| 00| 0 por d
040 _aSANTOANDRE
_bpor
_erda
_dKoha
099 _acon_detalhe:156927
245 1 0 _aILHA (A): UM REPORTER BRASILEIRO NO PAIS DE FIDEL CASTRO
100 1 _aMORAIS, FERNANDO GOMES DE, 1946
_eAutor
250 _a30 ed.
264 1 _aSAO PAULO
_bCOMPANHIA DAS LETRAS
_c2001
300 _a231P. ILUS. FOTOS 21CM. BROCH.
546 _aPORTUGUES
500 _a3ª REIMPRESSAO. APENDICES.
520 _aReedição com caderno de fotos e prefácio em que Morais apresenta suas impressões sobre a ilha um quarto de século depois da primeira viagem. Lançada em 1976, esta reportagem sobre Cuba tornou-se um dos maiores sucessos editoriais brasileiros e se converteu num ícone da esquerda brasileira nos anos 70. A ilha teve trinta edições esgotadas, passou mais de sessenta semanas nas listas de mais vendidos e foi traduzido na Europa, Estados Unidos e América Latina. Polêmico, o livro foi acusado de fazer a apologia da Revolução Cubana e chegou a ser apreendido pela polícia em dois estados. Naquela época o isolamento de Cuba, para os brasileiros, era total. Com o golpe militar de 1964, o Brasil rompera relações com o regime de Fidel Castro, repetindo o que já fizera quase toda a América Latina. Os passaportes brasileiros passaram a ostentar a advertência: "Não é válido para Cuba". Foi nessa atmosfera típica da Guerra Fria que Morais desembarcou em Cuba, onde passou três meses colhendo dados para uma reportagem que se tornaria histórica.
650 4 _aHISTORIA
650 4 _aCUBA
650 4 _aFIDEL CASTRO
655 4 _aLIVRO
856 4 0 _uhttps://www.santoandre.sp.gov.br/pesquisa/con_detalhe.asp?ID=156927&vHistoryNovo=sim
_yRegistro de origem
942 _cBK
999 _c135462
_d135462