| 000 | 01957nam a2200265 i 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | santoandre-con_detalhe-19151 | ||
| 003 | SANTOANDRE | ||
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| 008 | 260715s1970 bl ||||| |||| 00| 0 por d | ||
| 040 |
_aSANTOANDRE _bpor _erda _dKoha |
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| 099 | _acon_detalhe:19151 | ||
| 245 | 1 | 0 | _aPASTORES DA NOITE (OS) |
| 100 | 1 |
_aAMADO, JORGE _eAutor |
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| 250 | _a22 ed. | ||
| 264 | 1 |
_aSAO PAULO _bMARTINS _c1970 |
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| 300 | _a320P. ILUS. 21CM. BROCH. | ||
| 546 | _aPORTUGUES | ||
| 520 | _aEscrito às vésperas do golpe militar de 1964, este romance modelar se constrói em três partes autônomas, interligadas por personagens comuns: prostitutas, boêmios, vigaristas, a comunidade notívaga de Salvador, com suas leis e valores próprios: o culto à cachaça, o ódio à polícia, o horror ao trabalho. Na primeira parte, o cabo Martim, craque dos baralhos marcados e dos dados viciados, sedutor cobiçado, aparece com companheira fixa e planos de constituir um lar. A notícia cai como uma bomba entre os pastores da noite. A segunda narrativa trata do batizado do filho de Massu, negro musculoso que ganha a vida fazendo pequenos fretes. O padrinho do menino é o próprio Ogum, e assim o batizado mobiliza a noite da cidade, embaralhando candomblé e catolicismo. Na última parte, a ocupação do morro do Mata Gato por desabrigados desencadeia um conflito social e político. O dono do terreno recorre à polícia, mas entram em cena outras forças e interesses: autoridades governamentais, imprensa corrupta, banqueiros do jogo do bicho. O romance foi levado ao cinema em 1976 pelo francês Marcel Camus, e em 1995 a segunda parte do livro virou a minissérie de tevê O compadre de Ogum. | ||
| 650 | 4 | _aLITERATURA BRASILEIRA | |
| 650 | 4 | _aFICCAO | |
| 650 | 4 | _aSECULO XX | |
| 655 | 4 | _aLIVRO | |
| 856 | 4 | 0 |
_uhttps://www.santoandre.sp.gov.br/pesquisa/con_detalhe.asp?ID=19151&vHistoryNovo=sim _yRegistro de origem |
| 942 | _cBK | ||
| 999 |
_c14039 _d14039 |
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