000 02255nam a2200289 i 4500
001 santoandre-con_detalhe-19206
003 SANTOANDRE
005 20260715060855.0
008 260715s1965 bl ||||| |||| 00| 0 por d
040 _aSANTOANDRE
_bpor
_erda
_dKoha
099 _acon_detalhe:19206
245 1 0 _aSEARA VERMELHA: ROMANCE
100 1 _aAMADO, JORGE
_eAutor
700 1 _aSCLIAR, CARLOS
_eIlustrador
250 _a11 ed.
264 1 _aSAO PAULO
_bMARTINS
_c1965
300 _a33P. ILUS. 21CM. BROCH.
546 _aPORTUGUES
500 _aPREMIO INTERNACIONAL STALIN (1951)
520 _aEscrito em 1946, quando Jorge Amado era deputado federal pelo Partido Comunista, Seara vermelha narra a luta dos sertanejos do Nordeste contra a fome e pela dignidade humana. Na primeira parte o romance descreve a penosa retirada rumo ao sul de uma família de lavradores pobres, expulsos da roça pelo novo latifundiário da região. Na caminhada pela inóspita caatinga, comandados pelo patriarca Jerônimo, vários vão ficando pelo caminho: uns morrem de fome, outros de doença; a irmã de Jerônimo junta-se aos seguidores de um profeta do apocalipse, o jovem Agostinho e sua prima ficam numa fazenda para trabalhar e casar, outra se prostitui. Poucos concluem a longa jornada até as terras míticas de São Paulo. Na segunda metade do livro, conta-se a história dos três filhos de Jerônimo que saíram de casa antes mesmo do grande êxodo: Jão vira soldado de polícia, José se torna o temido cangaceiro Zé Trevoada, e Juvêncio engaja-se na luta revolucionária. A ação se desloca do sertão nordestino aos confins da selva amazônica, do Mato Grosso ao Rio de Janeiro e São Paulo. Acontecimentos cruciais da história do país, como a Revolução Constitucionalista de 32 e sobretudo o Levante Comunista de 35, sem falar do cangaço e das revoltas místicas, são retratados de modo vivo e pulsante neste romance de amplo fôlego, que é também uma narrativa de extrema e dolorosa atualidade.
650 4 _aLITERATURA BRASILEIRA
650 4 _aFICCAO
650 4 _aSECULO XX
655 4 _aLIVRO
856 4 0 _uhttps://www.santoandre.sp.gov.br/pesquisa/con_detalhe.asp?ID=19206&vHistoryNovo=sim
_yRegistro de origem
942 _cBK
999 _c14083
_d14083