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040 _aSANTOANDRE
_bpor
_erda
_dKoha
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245 1 0 _aDOIDINHO
100 1 _aCAVALCANTI, JOSE LINS DO REGO
_eAutor
250 _a16 ed.
264 1 _aRIO DE JANEIRO
_bJOSE OLYMPIO
_c1977
300 _aXXVI. 175P. ILUS. 19CM. BROC
546 _aPORTUGUES
500 _aBIOBIBIOGRAFIA
520 _aO segundo livro do ciclo de cana-de-açúcar Depois de viver solto no Engenho Santa Rosa, o menino Carlos de Melo é obrigado a deixar a fazenda de seu avô e ir para a escola interna. A passagem do menino para a adolescência entre as quatro paredes do rígido internato em Itabaiana é o ponto de partida para Doidinho. Se no engenho Carlinhos, como era conhecido, reinava em vontades, no rígido internato de Itabaiana ele vai descobrir que de pouco vale ser neto do maior coronel da região. Na escola, a lei reinante é a palmatória e as regras são as mais restritivas possíveis. Em vez do interesse pelas letras, a escola só faz despertar em Carlinhos a revolta. O menino não se conforma com as injustiças praticadas pelo diretor e os professores em nome da disciplina. A convivência com os outros colegas também contribui para a perda da inocência do menino. Publicado em 1933, a obra é considerada a continuação de Menino de engenho, mas é mais ousado ao tratar de assuntos polêmicos para a época como homossexualidade, corrupção e as precoces experiências sexuais do protagonista. A história terá sua conclusão em Benguê, publicado em 1934. Todos os três livros registram as recordações de infância e adolescência de Carlos de Melo, ou Carlinhos, órfão de mãe, criado pelo avô na fazenda Santa Rosa, no interior nordestino.
650 4 _aLITERATURA BRASILEIRA
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655 4 _aLIVRO
856 4 0 _uhttps://www.santoandre.sp.gov.br/pesquisa/con_detalhe.asp?ID=20018&vHistoryNovo=sim
_yRegistro de origem
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